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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas

O que é Caps AD?
É um centro de atenção psicossocial que atende usuários portadores de transtorno mental e comportamental com relação ao uso de álcool, drogas e  tabaco, além de ter por objetivo geral oferecer a comunidade um atendimento multi e interdisciplinar priorizando o comprometimento dos familiares desses usuários no processo terapêutico de casa um.

Serviços:
○ Grupo de Chimarrão;
○ Programa de Tabagismo;
○ Grupo Amor Exigente;
○ Oficina de Informática;
○ Oficina Vida de Pintura em Tela;
○ Oficina de Atividades Físicas;
○ Oficina de Jogos;
○ Clube do Cinema;
○ Atendimento Clínica Médico (convênio UFSM);
○ Atendimento Psiquiátrico;
○ Atendimento Psicológico;
○ Atendimento Social;
○ Atendimento de Enfermagem;
○ Grupo Terapêutico com usuários;
○ Grupo Terapêutico com Familiares;
○ Grupo Terapêutico com pacientes internados da Santa Casa;
○ Visitas Domiciliares;
○ Reuniões de Prevenção à Recaida.

Coordenador Caps AD: Luciana Lesko Moraes 

Localização: Rua Coronel Cabrita, 135 - 

Fone: (55) 3961 1048  
Horário de Atendimento: 07h30 ás 18hs
              

Sistema de Saúde Mental/Terceiro Turno de Alegrete

O serviço foi criado em 23/05/2011, funcionando junto ao CAPS AD, no horário das 18h00 às 21h00. Como alternativa às pessoas que não tem disponibilidade de horário para serem atendidas durante o dia e as urgências.

Coordenação: Enfermeira Vera Paim

Equipe Técnica: Psicóloga (1), Enfermeira (1), Assistente Social (2) e Médico (1).

Atendimentos de acolhimento, terapia individual e em grupos terapêuticos e de apoio ao usuário e aos familiares.

Localização: Rua Coronel Cabrita, 135.
Telefone: (55) 3961-1048

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Quem cuida, protege!



O Fórum Municipal de Proteção Integral Infanto Juvenil/ FMPIIJ, instituído através da Lei Municipal n° 3888/06, de 11 de julho de 2006, nasceu para ser um espaço ampliado e permanente de instituições públicas, responsáveis em promover o cuidado, atenção integral e a proteção de crianças e adolescentes no território do município de Alegrete/RS. Foi instalado no dia 11 de outubro de 2006 e tem como objetivo deliberar, dar visibilidade e resolutividade às questões que envolvem as crianças e jovens no âmbito do município.



O conceito de rede que operamos é aquele que fala de algo em movimento, onde o sujeito é a própria rede. Tem atitudes de rede. Para nós não basta somente juntar os setores, as instituições, as pessoas, precisamos co-responsabilizar, fazer elos, conexões, compromissos e construir cumplicidade para incluir e proteger.



A noção de território nessa rede ganha uma nova caracterização. Não é somente o espaço físico, mas também o espaço de relações, afetos e de encontros que cada um tem em na vida.
O Fórum Municipal de Proteção Integral Infanto Juvenil/ FMPIIJ é o espaço para o de debate coletivo, que leva em consideração as diferentes interfaces necessárias para o fortalecimento de uma política de proteção integral para a infância e a juventude, bem como, se propõe responder à grave situação de vulnerabilidade em contextos específicos, realizando ações que tenham por objetivo a inclusão social. Esse Fórum tem caráter representativo e deliberativo, sendo um importante instrumento de gestão.



O Fórum Municipal de Proteção Integral Infanto Juvenil/ FMPIIJ tem como princípios a intersetorialidade e a interinstitucionalidade; a universalidade, a Integralidade; a descentralização; a eqüidade; o controle Social; a Solidariedade e a Cooperação. Como diretrizes se propõe a:
·         Romper com o silêncio para proteger a criança e o jovem de todo e qualquer tipo de violência.
·      Educar e cuidar em liberdade, garantindo atenção em serviços comunitários de base territorial, com atuação em redes psicossociais.
·         Sustentar a condição da criança e do adolescente como sujeito de direitos.
·   Escutar e acolher toda criança, adolescente, familiar ou pessoa que traga a demanda – Acolhimento universal-.
·   Comprometer os responsáveis pela criança ou adolescente sejam familiares ou agentes institucionais, no processo da atenção, educação e cuidado;
·         Ter responsabilidade de agenciamento do cuidado e do encaminhamento implicado;
·         Manter canais de articulação permanente com outras equipes do território, de forma a tomar os casos em sua dimensão territorial.